domingo, 30 de março de 2008

Como diz Dylan: "Anyday now i shall be released". Até lá fico preso a ti por correntes que eu mesmo fabriquei.

Kate Moss e James Hince, dos The Kills, dançaram sobre a campa de Jim Morrison ao som de Alabama Song.
Lembrei-me da minha visita o ano passado. Sempre quis lá ir. Talvez desde os 9 anos. Devorava então Absolutely Live (em duas cassetes originais) e "Daqui ninguém sai vivo" (que acabei por ler 6 ou 7 vezes e há-de haver mais). 1985 talvez. Antes disso lembro-me de uma compilação que o meu irmão tinha numa cassete mas da qual não fazia parte nenhum dos grandes hits da banda.
O que senti ao lá estar foi como o cumprir de uma promessa. Daquelas que fazemos a nós próprios e não cumprimos. Nunca quis ser astronauta, sempre quis ser o Rei Lagarto. E dessa vez cumpri.
Certamente que o convívio nocturno em que Morrison, Edith Piaf, Oscar Wilde e Chopin dançam nos apertados caminhos de Pére-Lachaise fará qualquer parisiense levantar-se do seu descanso eterno para dançar também.
Um momento a não esquecer nunca.
Banda Sonora do Post: The Doors, Absolutely Live, de 1970, Cassete 1 e cassete 2. Password: thedoors. Curiosamente este foi o primeiro disco ao vivo de uma banda rock americana. Diz a Wiki.
PS: O concerto dos Wraygunn foi como strawberry cheesecake. Um base musical deliciosa e uma cobertura doce como companhia.

sábado, 29 de março de 2008

Eu vou ser como a toupeira. Que esburaca.

Tenho um pequeno vício de gostar do Ryan Adams. De todos os 50 discos que edita por ano. Esta reedição de Strangers Alamanc dos Whiskeytown (a sua primeira banda) é brilhante. Está aqui.

Também tenho ouvido falar muito da portuguesa Rita Redshoes. Fui ouvir o disco e realmente é interessante. Também está aqui (a password é fatmen).

quinta-feira, 27 de março de 2008

Antidepressivos III: O pós-portishead

Não foi para divertir. Foi para nos encher de sons azuis, pretos e cinzentos, como a neblina de Bristol que carregam vestida.
Quando cheguei a casa, este foi o remédio que usei para relaxar e aterrar em segurança. Um dos melhores álbuns de sempre. Outra onda.

Exodus
Bob Marley & The Wailers
1977
Bónus: Redemption Song, de Uprising, 1980
"I don't want to wait in vain for your love."

quarta-feira, 26 de março de 2008

A morte à meia noite... Boom!


Midnight Boom, o novo album dos The Kills!

PS: os The Kills vêm em Abril à Casa da Musica a um dos Clubbings. Não perder! Já os vi ao vivo e soube a pouco.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Por falar em Raconteurs...

O disco está já está aqui.

'The Raconteurs' novo album dia 25 de Março

Jack White e companhia adiantaram a saída do novo album "Consolers of the Lonely" para 25 de Março, amanhã, noticiou o NME. A gravação foi concluida apenas no início deste mês e a banda insistiu em pôr o album no mercado tão depressa provavelmente para fazer frente à pirataria. Assim fans, jornalistas e muita gente da editora vai ouvir o album pela primeira vez ao mesmo tempo.

Se sair no iTunes Plus podem contar comigo.

Fica aqui o single "What I´m Looking For" de Brendan Benson do album de 2005 "The Alternative to Love" mas numa versão de 2008.

há gente que precisa de uma alternativa ao amor quando não sabe realmente o que procura...

...valem-lhes aqueles que consolam os solitários. see u tomorow.

domingo, 23 de março de 2008

Heresias

No tempo em que se comemora a Sua ressureição, Deus está de volta a Portugal. E os outros deuses também. Um. Dois. Três. Quatro. Cinco.
Fora os anjos perdidos pela Casa da Música e pelo Coliseu.
Onde caberá tanto salmo e oração? Para o céu irei com certeza.

Pródepressivos II: o mundo nas mãos de quem não o conhece, nem quer ser parte dele.

Estou a ouvir a minha cópia de Songs for Drella. Tenho a edição original de Metal Box. O primeiro LP dos Blondie. O single de Walk The Line. O vinil de Lust or Life. Funhouse dos Stooges. Mas mesmo assim nada me faz esquecer que estou sem ti.
"I'll tickle you to your disgrace". Lou Reed, 1990.

sábado, 22 de março de 2008

Pródepressivos: porque a própria alegria tem limites e sentir o azul da melancolia é parte de mim.

Queria ter sido feito para este mundo. Mas só fui feito para ti.
She & Him, Volume 1, 2008. I was made for you e também, Black Hole e Why do you let me stay here?
I'm stuck here
Getting misty over you
I'm alone, on a bicycle for two.

Antidepressivos II: banda sonora de uma noite típicamente carregada de cerveja

Sheila
Panic Prevention
Jamie T
2007

quinta-feira, 20 de março de 2008

Antidrepessivos: World Music de Brooklin com uma pequena ajuda de Paul Simon

Vampire Weekend
2008

Agora deixam-me em paz com essa história de isto ser um blog depressivo e eu andar sempre triste e perto da automutilação? Obrigado.

quarta-feira, 19 de março de 2008

terça-feira, 18 de março de 2008

Down in a hole and I dont know if I can be saved.

Versão de Ryan Adams
Original dos Alice In Chains de 1992
Thank God it's fatal.

segunda-feira, 17 de março de 2008

I wanna tell you that i love you. But does it really matter?

Mother Love Bone
Singles OST
1992
(Sala Bébé, 1992. Um puto de 16 anos, sozinho, vê um filme que vincará ainda mais as suas referências musicais pelas décadas seguintes. Até hoje. E no futuro. A vida toda, ele quererá ser como ele e encontrar alguém como ela mas não vai conseguir...)

domingo, 16 de março de 2008

I guess that's how the future's done.

Feist
2004/2007
Porque sei que gostas de Feist.

You cant say no to the beauty and the beast.

Não só os She & Him fizeram um dos discos mais bonitos do ano (quase ao nível dos Vampire Weekend). Como são um duo formado por Zooey Deschanel e M. Ward. Delicioso. Até ao ultimo minuto. Aqui.
E sim, ela é perfeita. O que, parecendo que não, ajuda.


Titulo do post: Beauty & The Beast de David Bowie, que estou a ouvir no álbum Stage, de 1978. Em vinil claro.

quinta-feira, 13 de março de 2008

quarta-feira, 12 de março de 2008

It's bound to melt your heart


Rabbit Fur Coat
Jenny Lewis with The Watson Twins
2006
bónus: The Watson Twins - Just Like Heaven

I'm ready now

Simple Pleasure
Tindersticks
1999